domingo, 10 de março de 2013

Tragédias no Inverno – a estação mais implacável !


Este Inverno, quase a chegar ao fim, deixou como tantos outros ao longo dos tempos, marcas implacáveis da força da Natureza e de quem nos guia, traduzidas em tragédias por perdas de vidas e danos materiais.

Exemplos como:

“... naufrágio: Paróquia das Caxinas agradece salvamento de pescadores da embarcação de pesca «Virgem do Sameiro», desaparecidos desde terça-feira, e que foram encontrados com vida.”

“...as buscas para tentar encontrar três pescadores que naufragaram ao largo da ilha de São Jorge, nos Açores, terminaram sem terem sido encontrados os desaparecidos.”

“...um tornado formou-se na Póvoa de Varzim, nas freguesias de A-ver-o-Mar e Amorim. De acordo com relatos no local, o tornado durou poucos minutos, mas foi suficiente para provocar danos em 3 carros, em 22 habitações, nas estufas e ainda causar um ferido...”


Na minha incessante pesquisa poética, encontrei estes casos semelhantes, acontecidos noutros tempos, narrados por sábios mestres da Literatura Portuguesa, como exemplos poéticos que ficaram para sempre.

A VIDA DOS PESCADORES




TORNADO / REMOINHO





LUSITÂNIA - HOMENAGEM de RECONHECIMENTO

Os que avançam de frente para o Mar
E nele enterram como uma aguda faca
A proa negra dos seus barcos
Vivem de pouco pão e de luar.

Sophia de Mello Breyner Andresen (Mar Novo)


Que venha a Primavera com... bonanças!

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