quinta-feira, 28 de maio de 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

20-01-2007 Trilhos do Vouga

REDE DE PERCURSOS PEDESTRES DE S. PEDRO DO SUL

Percurso da parte da manhã (5 km / Circular)

No município de São Pedro do Sul, o Trilho do Vouga, aqui chamado Percurso do Vouga, tem início nas Termas de São Pedro do Sul, junto ao Centro de Interpretação do Vouga.

Percorrendo 3 Km nas duas margens do rio, liga as Termas à Quinta de Valgode. Na sua margem esquerda, o troço da antiga Via Romana (Lafões) é deveras bucólico e sereno.

Trata-se de um percurso ambiental, inaugurado a 12 de Maio de 2006.
Ao longo do trilho, deparamo-nos com painéis que descrevem a fauna e flora da zona ribeirinha.


A partir destes pontos, cada caminheiro pode improvisar à sua maneira, ligando, inclusive, com outros percursos de S. Pedro do Sul.

Nota final

Este pequeno percurso que hoje realizamos em S. Pedro do Sul (Termas), foi para nós como um chamamento para, ao longo do ano, virmos calcorrear os outros trilhos sinalizados que o Munícipio de S. Pedro do Sul implantou na sua área de jurisdição.
Iremos, no futuro, aqui deixar-vos testemunhos desses encantadores momentos.

Muito obrigado, Municicipio de S. Pedro do Sul, pelo excelente trabalho, turístico e desportivo, que foi a implantação dessa maravilhosa REDE DE PERCURSOS PEDESTRES.

Continua…

20-01-2007 PR1- N.ª Sr.ª do Castelo

Percurso da parte da tarde - 8 km / Circular
REDE DE PERCURSOS PEDESTRES DE VOUZELA
É um percurso de memórias.
É um percurso entre o passado, presente e o futuro.
É um caminho entre o Vouga e o Zela.

Esta pequena rota, com cerca de 8 Km, tem início bem no centro de Vouzela, no Parque da Liberdade.
Comece por atravessar a ponte pedonal sobre o rio Zela e siga à direita, onde irá encontrar a Fonte da Nogueira, também conhecida pela Fonte dos Amores. “diz-se que quem beber da sua água casará, com toda a certeza, em Vouzela”.

Chegando à rua da ponte siga à esquerda até encontrar a antiga linha de caminho de ferro (desactivada), volte novamente à sua esquerda até à ponte do caminho-de-ferro. Agora é só seguir as marcas vermelhas e amarelas que acompanham o troço da linha. Este troço é caracterizado pelo elevado valor paisagístico sobre o Vale do Rio Vouga.
Poucos metros antes de chegar à aldeia de Calvos irá deixar o caminho-de-ferro e começar a subir o Monte da N.ª Sr.ª do Castelo. Antes de atravessar a estrada nacional 228, encontrará a capela de S. Antão onde todos os anos no dia 17 de Janeiro “…concorrem… muitas… pessoas vindo em romagem… de muitas partes e freguesias deste Concelho que he muito dilatado dando suas esmolas para Missas e offertas para o mesmo Santo pello terem por especial advogado para lhe defender e conservar saons seus vivos como bois, bestas, gados e cochinos trazendo muitos destes bois e bestas a mesma capella…” (Memória Paroquial de Folgosa, 1758).

A próxima paragem será certamente o parque de merendas “Olho Marinho” para recuperar as forças. Depois do descanso, retome o caminho em direcção à N.ª Sr.ª do Castelo onde poderá encontrar vestígios de ocupação humana, a testemunhá-lo duas sepulturas antropomórficas escavadas na rocha, localizadas à direita das escadas de acesso ao Santuário da N.ª Sr.ª do Castelo, sobre um pequeno afloramento granítico.


Inicie a descida até a Vila de Vouzela onde certamente irá visitar a Igreja de N.ª Sr.ª da Assunção, Matriz de Vouzela (sec. XI – XII), um monumento ímpar da diocese de Viseu.

Texto: Folheto do Percurso/Município de Vouzela

Visitem Vouzela, percorrendo os maravilhosos trilhos sinalizados, que o Município implantou ao longo das suas Aldeias, com locais deveras encantadores e gentes simpáticas.

Obrigado, Vouzela!... por tão brilhante trabalho em prol do Pedestrianismo Nacional!


POESIA

(Antiga?.... Nem por isso!)

A Natureza

Fecunda Natureza, em vão procura
Contigo competir arte engenhosa;
Tu és mais agradável, mais formosa
Do que quanto inventou a arquitectura.

Como vem despenhada esta água pura!
Como se vê esta árvore frondosa
Convidando na sesta mais calmosa
A gozar do sossego e da frescura!

Sítio feliz, se fosses habitado
Por quem, livre de Amor e de tristeza,
Só em ti limitasse o seu cuidado:

Então seria, (que ditosa empresa!)
Num só verso, brando e delicado,
Visto todo o poder da Natureza!

Poema da Marquesa de Alorna