terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Pensamento de Natal... de ontem e de hoje!




(…) Mas a minha fraqueza maior é não poder desprezar ninguém, mesmo os próprios inimigos. São meus semelhantes, apesar de tudo, e eu não consigo descrer do homem, seja ele como for. Em vez de os esquecer, trago-os no pensamento. Sofro por eles. A minha grande alegria é admirar os outros, e procuro encontrar em cada um as linhas positivas do seu caminho. Afinal somos todos elos de uma grande corrente, e é pelos ferrugentos que ela pode quebrar. Aflijo-me, solidário com a sua humanidade, que gostava de ver mais generosa, sem reparar que o tempo desaparece, alheio às razões que impedem a semente de germinar. 
E tudo por fazer!(...)


Miguel Torga

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

sábado, 10 de dezembro de 2016

ILUSÕES E AVES (1)

Como se fosse Natal... todos os dias: "Jesus e as Crianças"



Para o Carlos e toda a Família do Sr. Duarte, FESTAS FELIZES sempre!

Aquele Abraço

domingo, 20 de novembro de 2016

«Morreste e eu peço desculpa por nós!... lamentavelmente!» 2



Grupo Lobo:

«A coexistência entre o homem e o lobo esteve desde sempre envolta em conflitos, em virtude dos prejuízos que este predador causa aos animais domésticos. Tais conflitos têm grande impacto negativo na atitude das comunidades rurais, provocando a perseguição direta a este carnívoro. Esta foi uma das principais causas de extinção do lobo em muitos habitats e constitui um dos fatores de ameaça mais importantes. O lobo, tal como as suas presas naturais, é um animal selvagem. Devido à domesticação destas, o lobo foi perdendo as suas próprias presas, pelo que teve de por vezes atacar os animais domésticos. O homem ao perder o contato com a natureza passou a ter medo do lobo. Apareceram assim histórias como o Capuchinho Vermelho, o Pedro e o Lobo ou os Três Porquinhos, que enraízam a imagem de um "Lobo Mau". A própria tradição cristã associa a imagem do lobo ao diabo, que leva consigo os cordeiros do rebanho (as pessoas boas). Este medo levou o lobo a entrar numa luta desleal: combate com armadilhas de ferro, veneno, espingardas e até mesmo aviões. A vitória do homem sobre o lobo teve como troféu a extinção deste ser vivo nalgumas zonas e a diminuição drástica do seu número em países como Portugal ou Espanha. O lobo só foi obrigado a reduzir as suas populações para capturar presas domésticas porque o homem acabou com toda a sua caça natural. A perseguição do lobo pelo homem foi de tal ordem grande que o lobo agora considera o homem como um predador, pelo que até os estudos relativos ao lobo são dificultados, devido a esta imagem que os lobos ao longo dos anos foram construindo do homem.

Se nada se fizer:

Se nada se fizer contra a destruição do habitat em que o lobo vive, as consequências serão catastróficas.
A destruição deste habitat pode fazer-se com a construção de novas vias que vão passar em territórios lupinos, podendo causar muitas mortes por atropelamento; também pode contribuir para isso o aparecimento de novos empreendimentos como é o caso de indústrias ou pressão agrícola. A pressão humana, só por si, é uma grande causa de regressão lupina porque funciona como meio de afugentar os lobos do seu território. A caça também tem um papel decisivo na regressão do lobo, diminuindo a quantidade de presas naturais na sua dieta alimentar.
Se não se controlar os meios de destruição do habitat do lobo, bem como a caça das suas presas naturais por parte do homem, o futuro do lobo poder-se-á pôr em causa.»

Recordação de uma crónica que escrevi em 2005:






Aquele Abraço para todos que gostam do lobo!