sábado, 21 de abril de 2012

Zoom para aumentar imagens neste blogue

(Para quem fez reparo e necessita de saber...)

Breve demonstração em "4 passos"






Desculpem o atraso. Julgo ter sido elucidativo.
Obrigado

quinta-feira, 19 de abril de 2012

terça-feira, 17 de abril de 2012

O Pária


Como um "pária" eu ando desde criança,
Sem choça nem bordão! Únicamente
No meu pensar um sonho surpreendente
E o coração tão cheio de esperança...

Ao sol, à chuva e ao frio inclemente
Andei, andei, andei... pois não descansa
Quem nada tem e sonha com a bonança
Que aspira e vê no Céu, místicamente.

No labirinto de caminhos me perdi:
Passei fomes e sedes... só eu sei
Para continuar na estrada o que sofri!

Nem quero me lembrar. Porque passei
Dor e humilhações. Mas, se resisti 
Foi pelo muito que chorei e que lutei!

sexta-feira, 6 de abril de 2012

FELIZ PÁSCOA

Para TODOS desejo uma
SANTA e FELIZ PÁSCOA!!


Aquele Abraço

terça-feira, 3 de abril de 2012

ORNITOLOGIA - Textos / Ilustrações (6)

O CUCO

Segundo a tradição antiga, o "cuco" é a ave que chega no príncípio de Abril a Portugal.
Mas, se não chegar... algo vai mal !




COSTUMES E TRADIÇÕES (Respigos Etnográficos)
Por Dr. Guilherme Felgueiras


Cuco Rabilongo
(versão do malogrado Naturalista FÉLIX RODRIGUES DE LA FUENTE)




VERTENTE PEDAGÓGICA ( CUCO )

Porque será, minha mãe, que tanta gente embirra com o cuco?
Que infeliz ave!
Porque não escutam o seu cantar suave?
- Não se gosta, meu filho, geralmente,
Dos que falam de si constantemente!

António Azevedo Castelo Branco

Aquele Abraço "Ornitófilo"

quarta-feira, 21 de março de 2012

Dia Mundial da Floresta / Dia da Árvore



Uma árvore é um amigo. Ela verdeja

Só para nos servir, para nos dar.

Honrado seja aquele que a proteja!

Bendito seja aquele que a plantar!
(Afonso Lopes Vieira) 


Aquele Abraço


Dia Mundial da Poesia


O Sal da Língua


Escuta, escuta: tenho ainda
uma coisa a dizer.
Não é importante, eu sei, não vai
salvar o mundo, não mudará
a vida de ninguém - mas quem
é hoje capaz de salvar o mundo
ou apenas mudar o sentido
da vida de alguém?

Escuta-me, não te demoro.
É coisa pouca, como a chuvinha
que vem vindo devagar.
São três, quatro palavras, pouco mais.
Palavras que te quero confiar,
para que não se extinga o seu lume,
o seu lume breve.
Palavras que muito amei,
que talvez ame ainda.
Elas são a casa, o sal da língua.

Poema de Eugénio de Andrade